Reforma Tributária: a dor e os prazos que você não pode ignorar

A maior mudança fiscal das últimas décadas já é realidade: a Reforma Tributária entrou em vigor, e o cenário fiscal das pequenas e médias empresas mudou de vez em 2026. Desde 03/08/2026, todas as empresas do regime regular devem emitir documentos fiscais eletrônicos (NF-e, NFC-e, CT-e, MDF-e, CIOT) com os campos de IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) preenchidos corretamente. Caso contrário, a SEFAZ rejeita a nota — e a venda trava na hora.

Se sua empresa é do Simples Nacional, atenção redobrada: entre 1º e 30 de setembro de 2026 você precisa decidir como vai tratar o IBS/CBS em 2027 — dentro do DAS (pagamento unificado) ou por fora, gerando crédito para seus clientes. Essa decisão pode impactar sua competitividade e o relacionamento com clientes B2B ou consumidores finais.

O que mudou em 2026

A Reforma Tributária está substituindo gradualmente PIS, Cofins, ICMS e ISS por dois novos tributos: IBS e CBS. 2026 é o ano de teste, com destaque informativo de 0,1% de IBS + 0,9% de CBS em todos os documentos fiscais do regime regular. Os tributos antigos ainda valem em paralelo, mas a obrigatoriedade dos campos de IBS/CBS já está valendo: documento sem os novos campos é rejeitado automaticamente pela SEFAZ desde 03/08/2026.

Além disso, novos elementos fiscais foram introduzidos:

  • CST IBS/CBS: Código de Situação Tributária para os novos tributos. Preenchimento incorreto resulta em tratamento tributário errado.
  • cClassTrib: Classificação tributária que controla quais campos o XML pode ter. Combinações inválidas geram rejeição automática.
  • Grupos e totais IBS/CBS: Bases, alíquotas e valores por item e no total do documento precisam bater; divergências bloqueiam a nota.

Simples Nacional: decisão crítica até 30/09/2026

Empresas do Simples Nacional não precisam destacar IBS/CBS em 2026, mas têm até 30 de setembro para decidir como será o tratamento desses tributos a partir de 2027:

  • Dentro do DAS: mais simplicidade, pagamento unificado, indicado para quem vende ao consumidor final.
  • Por fora (regime regular): IBS/CBS destacados, gerando crédito para clientes, opção interessante para quem vende para outras empresas.

A escolha é econômica e fiscal — e no Frenty, qualquer que seja a decisão, o sistema já adapta as regras automaticamente pelo regime da empresa e pela data de emissão.

Checklist: o que um sistema fiscal precisa ter para a Reforma

Antes de confiar que seu sistema está pronto para a Reforma Tributária, confira se ele atende a estes pontos essenciais:

  • Já emite NF-e, NFC-e, CT-e, MDF-e com os campos de IBS/CBS?
  • Emite NFS-e no padrão nacional?
  • Valida a combinação CST × Classificação Tributária antes de transmitir?
  • Está atualizado para as novas regras do CIOT da ANTT?
  • Mantém alíquotas e tabelas fiscais com datas de vigência?
  • Ativa as regras corretas conforme o regime da empresa (Simples × regular)?
  • Corrige rejeições da SEFAZ automaticamente?
  • Importa XML dos fornecedores e aproveita os dados fiscais da entrada?
  • Permite pagar contas e conciliar bancos por dentro do sistema?

Se respondeu "não" (ou "não sei") para alguma dessas perguntas, sua empresa está em risco de paralisação, retrabalho e perda de competitividade.

Como o Frenty já faz tudo isso (e mais)

O Frenty não esperou a obrigatoriedade chegar: todas as adaptações para a Reforma Tributária já estão em produção, usadas diariamente por centenas de pequenas e médias empresas. Veja como o Frenty resolve os principais desafios:

  • Cálculo automático de IBS/CBS: Bases, alíquotas e totais são calculados item a item, sem planilhas paralelas ou digitação manual.
  • CST × Classificação Tributária sem erro: O sistema só permite combinações válidas, eliminando a principal causa de rejeição.
  • Validação prévia: O documento fiscal só é transmitido se estiver 100% correto — erros são apontados com orientação de correção.
  • Autocorreção inteligente: O Frenty identifica e corrige automaticamente rejeições da SEFAZ (duplicidade, schema, certificado, etc.), retransmitindo sempre que possível.
  • Tabelas versionadas por vigência: CST, classificações, alíquotas e schemas têm datas de início e fim. Mudou a regra? O sistema acompanha, sem perder a auditabilidade dos documentos antigos.
  • Regras por regime e por data: Simples Nacional e regime regular recebem tratamentos distintos, de forma automática, conforme o CRT e a data de emissão.
  • Cobertura completa: NF-e, NFC-e, NFS-e Nacional, CT-e, MDF-e e CIOT, todos prontos para as regras da Reforma.
  • Financeiro integrado: Controle de caixa, pagamentos, recebimentos, conciliação bancária e conta digital — tudo dentro do Frenty.
  • Importação de XML: Busca automática de notas de entrada, cadastro fiscal validado pela nota, importação para estoque e financeiro, sem retrabalho nem erros.

Não espere sua operação parar: migre já para o Frenty

A Reforma Tributária já está em vigor e não há mais espaço para improvisos. O Frenty entrega segurança, agilidade e conformidade fiscal para pequenas e médias empresas, com todas as adaptações já prontas e testadas.

Garanta que sua empresa atravesse a transição sem drama, sem risco de rejeição e sem perder vendas.

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